sábado, 10 de dezembro de 2011

Os donos da democracia

Já se sabe que a indumentária preferida de um lobo é a pele de um cordeiro.
Assim se apresentam vestidos Hillary Clinton e Obama quando falam de direitos de LGBT. Esta semana Obama defendeu que a ajuda externa dos EUA deve ser um instrumento para defender os direitos dos homossexuais. Ajuda, veja-se bem! Como se alguma vez aquela gente se preocupasse verdadeiramente em ajudar quem quer que fosse a troco de nada.
É bom que a comunidde gay perceba que não há espaço para se defender direitos LGBT sem que se defenda os direitos humanos. E esta gente espezinha os direitos humanos todos os dias.



Justiça militar, dizia ela:


sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Dia dos Direitos do Homem e dos Animais

Assinala-se amanhã o dia dos Direitos Humanos e também o dia dos Direitos dos Animais, considerando-os como sujeitos morais, de direito, capazes de sentir e sofrer.
Durante o dia serão plantados, pela cidade de Lisboa, vários espantalhos com os Direitos Humanos inscritos.
A organiação convida tod@s a plantar um direito.



Boas plantações!

sábado, 26 de novembro de 2011

Presidente da Ilga mente

No meio de tanta notícia sobre a Greve Geral, esta passou quase despercebida.
O recém-reeleito presidente da Ilga Paulo Côrte-Real afirma no JN de dia 23 Nov que o Bloco omite as lésbicas no projecto de lei sobre Procriação Medicamente Assistida. Depois de consultar o site do Grupo Parlamentar e o projecto de lei, verifiquei que o Presidente da Ilga não deve ter lido bem aquilo que está lá escrito pois, como não poderia deixar de ser, o Bloco contempla as mulheres lésbicas no seu projecto.
Tentei comentar a notícia, mas não aparece sequer a caixa de comentários.
A quem serve Paulo Côrte-Real?

x-pressiongirl

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Marcha pelo Fim da Violência Contra as Mulheres

Hoje, dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as mulheres, está marcada uma concentração às 17h no Largo Camões, de onde @s marchantes se dirigirão para o Rossio.



A marcha é apoiada por mais de meia centena de associações e movimentos e é organizada conjuntamente pela UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta, Movimento SlutWalk Lisboa e ComuniDária - Associação de Integração de Migrantes e Minorias Étnicas. Lê-se no manifesto "A violência contra as mulheres é um fenómeno inerente à opressão patriarcal e à existência de culturas machistas e misóginas em diferentes sociedades, revelando inegavelmente o quão coxas ainda estão as nossas democracias.".
Importa que tod@s @s que têm voz a façam ouvir, já que @s verdadeiros oprimid@s jamais teriam como se juntar a esta marcha.
Este ano morreram já 23 mulheres em Portugal, vítimas de violência doméstica.
Entre marido e mulher, mete-se, obviamente



x-pressiongirl

P.S. - Neste link podem ler o manifesto na íntegra e dar o vosso próprio testemunho.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Amanhã podia ser Abril

Um rei nunca se levanta do trono. Ou ele morre ou ele é expulso quando outro é aclamado. Se os reis de hoje se banqueteiam na mesma mesa, fazem-no à custa da miséria que conquistaram para quem os serve, a maior parte das vezes, de boca calada, sem piar, ora por medo ora pela esperança de usufruir de algumas migalhas que restarão caídas no fim do banquete. Alguns dos que não foram convidados para a festa e dos que não se contentam com migalhas anseiam por depôr o rei ou até mesmo por matá-lo.



Outro virá substituí-lo um dia, prometendo umas migalhas maiores.
Quando tentaram assaltar o castelo, o rei mandou reforçar a guarda.
Havia muita fome não só de comida mas também de abraços. As pessoas olhavam-se cada vez mais com desconfiança e o medo impedia-as de criar laços
de solidariedade e de amizade. Praças inteiras eram assaltadas mesmo à luz do dia, muitas vezes até pelos próprios guardas que padeciam de fome.
Tal como o rei desejava, as populações revoltosas começaram a exigir policiamento nas ruas onde moravam. Esqueceram-se que eram saqueadas porque nem todos tinham pão, e era precisamente isso que deviam reivindicar.



Então o rei disse "Preciso de mais guardas!" - não disse que todos precisavam de pão - "Trabalhem e tranquem-se em casa, pois há muitos bandidos por aí.".
O rei autorizava-se a toda a sorte de extravagâncias, ainda que o tesouro do reino tivesse dado lugar a empréstimos concedidos por alguns dos seus primos cujos reinos se encontravam próximos. O rei sabia que não tinha como pagar os juros que lhe eram exigidos, mas isso não era problema seu, pois em breve o seu filho ocuparia o lugar que ele deixaria. Do mesmo modo, os primos sabiam que o rei não tinha como cobrir a dívida, muito menos os juros, mas continuavam a aliciá-lo com empréstimos, pois sabiam que alguém iria pagá-los. O rei depenado exigia sacrifícios ao povo descontente. Todos tinham de fazer cedências em nome da unidade da nação.
As pessoas achavam-se livres porque podiam ir trabalhar e regressar a casa para dormir. O rei pensava e comia por elas.
Entretinham-se a criticar-se uns aos outros, comparando as suas misérias como as velhas que competem entre si para ver quem tem mais doenças ou sofre mais: "Tu trabalhas menos que eu, não te podes queixar!", "Tu trabalhas directamente com o rei e dormes no palácio!", "Mas tu és um guarda e não estás aqui para nos proteger, mas para proteger a fortuna do rei!". Combatendo entre si, esqueciam-se do inimigo principal que era o rei corrupto. O rei sabia que era assim que se conquistavam territórios. Esperava-se que dois inimigos combatessem entre si e quando estivessem ambos fracos atacava-se os dois.



Alguns guardas sentiam-se injustiçados pois não eram bem aceites nem pelas populações que se sentiam ameaçadas por eles, nem pelo rei que os desprezava e os tratava como meros cães de guarda que assumiam uma forma semi-humana quando estavam fardados. Sabiam que deviam ser fiéis ao rei que lhes pagava umas migalhas, mas revoltavam-se quando chegavam a casa para junto da sua família e, despindo a farda, se encontravam como cidadãos comuns, escravizados, impotentes perante a família faminta.
Secretamente,todos desejavam uma mudança. Uns queriam outro rei, outros queriam outro sistema, outros diziam que não havia solução e deviam emigrar para outro reino, outros diziam que o melhor era não levantar ondas porque as coisas podiam ficar piores.
Os únicos que estavam unidos eram aqueles que não desejavam mudança
, como os ministros do rei que eram regularmente convidados para os banquetes e que a troco de proteger o rei e as suas políticas recebiam terras e títulos.



Estes privilegiados procuravam amputar a todo o custo qualquer sinal de resistência. Sob qualquer pretexto vinham retirando os parcos direitos das populações para que eles mesmos pudessem manter os seus privilégios.


Se já leste esta história vezes sem conta, não a leias. Vem escrevê-la!


x-pressiongirl

P.S. - Não são os grevistas nem as pessoas que, justamente, querem fazer ouvir a sua indignação que PÁRAM o país, é quem o corrompe diariamente que o faz RECUAR!


P.S. II - O mapa das concentrações distritais pode ser consultado aqui.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

A boa filha...

Há uns dias consegui falar com a Condessa X. Queria publicar, com os devidos créditos, os seus Encontros Imediatos. Primeira coisa que me disse: "Olha que estou a pagar roaming, vá diz!". Já lá vai o tempo em que o Cromossoma XX (soma de x-pressiongirl com Condessa X) era só um e reunia-se neste blogue.
Há tanta coisa a acontecer, vamos fazer bikinis, Condessinha? Respondeu que não fazia sentido bikinar nada sobre Portugal enquanto não regressasse definitivamente e que tinha sido eu a abandonar o sembikini quando abri as portas do Leswork. É verdade, sim. Também é verdade que ambas precisavamos de férias dos bikinis (e ela foi precisamente para o Rio de Janeiro nessa altura) e estavamos numa fase mais introspectiva, andavamos ambas armadas em intlectuais, queriamos ler mais para escrever mais e melhor. Nem lemos mais nem passámos a escrever mais nem melhor. Coisa de pitas, mesmo. Chateámo-nos, fizemos as pazes e a Condessa foi-se embora outra vez. Disse-me para continuar a fazer bikinis que quando ela tivesse mais energia juntar-se-ia a mim novamente, não se limitando a ler-me ou a comentar-me.



Divirto-me muito a ler as coisas que escreviamos, resultado da cumplicidade que havia nos nossos bikinis, mas não me contento em ler aquilo que éramos. Vou voltar a bikinar porque não dá para viver sem bikinis. A boa filha a casa torna.

x-pressiongirl

sexta-feira, 11 de março de 2011

Gerações à rasca

Concordo com a pluralização. De facto há mais do que uma geração à rasca e como diz o nosso amigo Jel "O nosso inimigo não é ninguém em particular, mas a resignação e o conformismo".



O protesto decorrerá nas seguintes cidades portuguesas:

Braga – Avenida Central, junto ao chafariz
Castelo Branco – Alameda da Liberdade (Passeio Verde)
Coimbra – Praça da República
Faro – Largo S. Francisco
Funchal – Praça do Município
Guimarães – Largo da Oliveira
Leiria – Fonte Luminosa
Lisboa – Avenida da Liberdade (frente ao cinema S. Jorge)
Ponta Delgada – Portas da Cidade
Porto – Praça da Batalha
Viseu – Rossio, em frente à Câmara Municipal.

E nas seguintes cidades europeias, junto às respectivas embaixadas:

Haia, Londres, Barcelona, Madrid, Berlim, Estugarda, Paris, Copenhaga, Ljubljana e Luxemburgo.

Para quem ainda julga que este é um protesto só para desempregados ou trabalhadores a recibo verde, aconselho vivamente a leitura do comunicado da ATTAC Portugal. Deixo aqui um excerto:

"A precariedade atinge todos os trabalhadores, com e sem formação académica, de todas as profissões e estratos sociais e não discrimina gerações. Atinge os mais velhos que, tendo perdido o emprego, não conseguem voltar a encontrar estabilidade no mercado de trabalho, e atinge todas as gerações com menos de 45 anos, que nunca tiveram um emprego estável. Atinge os seus pais, que na reforma deixam de poder contar com a ajuda dos filhos, miseravelmente pagos. Atinge as crianças, que vivem em famílias onde o dia começa com emprego, mas nunca se sabe como acaba. Atinge todos os que têm contrato permanente, porque também sofrem a pressão para a desvalorização dos salários e do seu trabalho.
Atinge ainda todos os que estão nos quadros dos seus locais de trabalho, uma vez que os seus postos de trabalho seriam muito mais baratos se preenchidos por um precário ou estagiário. Esses trabalhadores tornam-se também precários, uma vez que o primeiro pretexto — uma recusa de fazer horas extraordinárias, uma doença, um erro apenas — será a oportunidade para tentar despedi-los, substituindo-os."



Até amanhã,

Condessa X


quinta-feira, 10 de março de 2011

De quem é a rua?


A meu ver, peca apenas pelo nome do movimento. Deveria chamar-se "Gerações à rasca". Se inicialmente a ideia era juntar jovens desemprecários num protesto apartidário, laico e pacífico, a verdade é que muitas pessoas diferentes virão a juntar-se neste protesto que será um tubo de ensaio para outros movimentos que, espero, sejam cada vez mais produtivos.
Os meus pais também têm um salário precário, os meus avós uma reforma precária e os filhos que ainda não tenho um dia perguntar-me-ão: "Maman, onde estavas tu, quando tudo isto estava a acontecer?"
Ainda que eu não fosse uma precária com alguns amigos e familiares, também precários, por solidariedade, eu teria de estar na manifestação. E falta muita solidariedade entre as mais diversas classes de trabalhadores e desemprecários. Uma greve de maquinistas, uma greve de polícias, uma greve de professores, uma manifestação de... Não se dividam, unam-se! E é isso que esta manifestação de "Gerações à rasca" propõe e é disso que a classe de bon-vivants comentadores e comilões da desgraça dos outros tem medo. Da nossa união.



Atente-se na ginástica de argumentos que a generalidade dos comentadores tem feito a este propósito:

Pacheco Pereira: "A precariedade dos jovens é culpa dos seus pais que vivem à larga, instalados na opulência de um contrato de trabalho."

Zé Manuel Fernandes, Helena Matos: "Esta geração é lixada pelos garantismos de que a geração dos pais gozou. Todos repetem “Não vão para a rua protestar. Protestem em casa, à mesa do jantar porque o salário dos vossos pais é que criou o desemprego dos filhos."

Isabel Stillwell: “Se os estudantes são escravos, são parvos, de facto. Parvos porque gastam o dinheiro dos pais e dos nossos impostos para irem estudar e não aprendem nada. (…) Os escravos não organizavam protestos nem iam para a rua, graças a deus."



Não será uma manifestação pela queda de governos ou governantes, como muitos comentadores políticos andam, propositadamente, a tentar fazer passar, mas sim uma concentração de pessoas que estão cansadas da canalhice desta gente corrupta que, tendo a faca e o queijo na mão, nos vão cortando às fatias.
Os Pachecos Pereiras, Isabeis Stillwells e Sousas Tavares odeiam-nos, naturalmente. Representamos a massa de gente que, embrutecida, lhes estenderia tapetes, não fosse a nossa sensatez. Esta gente só tem o poder que lhes atribuirmos. Esta gente odeia todos aqueles que por uma questão de sensatez e dignidade não se verga ao poder vigente, aqueles que dão prioridade à sua consciência, abdicando muitas vezes da sua carreira confortável como comentadores de sofá. Odeiam-nos, porque fizeram a escolha inversa e preferem passar a vergonha de defender o indefensável do que a vergonha de admitir que fizeram uma escolha pouco digna em prol de uma carreira, de um conforto, ou de um status. Odeia-nos, esta gente que vive com esse compromisso de ser cúmplice com a canalhice, em troca do seu bem-estar.



Só ainda não percebi muito bem o que pretende ganhar a Fenprof ao convocar uma manifestação de professores para o mesmo dia e à mesma hora, no Campo Pequeno, fazendo uma arruada até à 5 de Outubro. Partilho da opinião de Renato Teixeira, do 5dias, acho que a maioria dos professores vai mesmo descer a Av. da Liberdade.


"First they came for the communists, and I didn't speak out because I wasn't a communist. Then they came for the trade unionists, and I didn't speak out because I wasn't a trade unionist. Then they came for the Jews, and I didn't speak out because I wasn't a Jew.
Then they came for me and there was no one left to speak out for me."
Martin Niemoller


x-pressiongirl

P.S. - Sousa Tavares, se me viesses pedir dinheiro eu também não to emprestaria.

terça-feira, 8 de março de 2011

She's Bond

Daniel Craig aliou-se a uma campanha da Equals pelo centenário do dia da Mulher.
Para quem ainda ousa questionar a importância deste dia, eis alguns dos motivos.



Condessa X

quarta-feira, 2 de março de 2011

Mudar de camisola

No final do ano passado a banda de rock britânica Status Quo decidiu optar por uns camuflados.
O rock, aquele murro na barriga do poder, intimamente ligado ao espírito revolucionário e ao questionamento dos poderes vigentes, aparece agora deslumbrado pelo polvo, alegando que o faz por caridade.
Lembram-se da música "In the army now"? Costumava ser uma música de intervenção que questionava o suposto heroísmo de quem busca a glória e o recohecimento dos vizinhos, matando em terras alheias.
No final de 2010, a banda relançou o tema. Mudou a letra, vestiu camuflados e cantou ao lado de soldados, não pelo fim da guerra, mas para apoiar os soldados britânicos, através da "British Forces Foundation" e da "Help For Heroes", tendo ainda o desplante de apelar ao governo que suprima o IVA da venda do single.Vale a pena ver como mudando 6 linhas se muda de lado da barricada. A negrito aparecem as alterações.

A vacation in a foreign land [You're on your way to a foreign land]Uncle Sam does the best he can [Now's the time to do what you can]You're in the army now
Oh, oh, you're in the army now

Now you remember what the draftman said
Nothing to do all day but stay in bed
You're in the army now
Oh, oh, you're in the army now

You'll be the hero of the neighbourhood
Nobody knows that you left for good [Count the days till you're back for good]
You're in the army now
Oh, oh, you're in the army now

Smiling faces as you wait to land
But once you get there no one gives a damn [Side by side every woman and man]
You're in the army now
Oh, oh, you're in the army now

Handgrenades flying over your head
Missiles flying over your head
If you want to survive get out of bed
You're in the army now
Oh, oh, you're in the army now

Shots ring out in the dead of night
The sergeant calls stand up and fight!
You're in the army now
Oh, oh, you're in the army now

You've got your orders better shoot on sight [You've got your orders better put things right]
Your finger's on the trigger
But it don't seem right [Now it's time to fight]
You're in the army now
Oh, oh, you're in the army now
You're in the army now
Oh, oh, you're in the army now

Night is falling and you just can't see
Is this illusion or reality
You're in the army now
Oh, oh, you're in the army now
You're in the army now
Oh, oh, you're in the army now


Xutos e Pontapés, Delfins, Rádio Macau, Peste e Sida, Pedro Burmester, Sitiados, Bastardos do Cardeal, Mão Morta, Mata Ratos, Sétima Legião, entre outros, estiveram entre os grupos portugueses que, também nos anos 80, uniram vozes pelo anti-militarismo, contra a guerra e contra o Serviço Militar Obrigatório. Algumas ainda existem. Não mudem é de camisola!

Condessa X

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Encontra-me

A propósito da notícia sobre o projecto de protecção de animais errantes, lembrei-me de divulgar um site que tem ajudado muitos animais a reencontrar os donos.
Encontrou um animal que parece estar perdido? Clique aqui.
Perdeu o seu animal? Cllique aqui.
O site encontra-me, um projecto da Associação pelos Animais, vai ajudá-l@.
O encontra-me, além de prevenir,dá conselhos sobre as medidas a tomar em caso de perda.





Há ainda uma página dedicada a casos resolvidos e ainda uma outra de casos resolvidos após mais de um ano.
Há ainda uma nova funcionalidade que permite pesquisar animais perdidos na nossa área de residência. Basta escrever o nome da rua e ele faz uma pesquisa dos animais perdidos, indicando a proximidade em km. Vão lá e vejam se conseguem encontrar algum dono/bichinho desesperado por voltar para casa.


x-pressiongirl

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Animais portugueses terão mais protecção

As notícias são óptimas, não só para os amigos dos animais mas, sobretudo, para os nossos queridos amiguinhos.
Foi aprovado, por unanimidade, um Projecto de Resolução do Bloco de Esquerda, para uma nova política de controlo das populações de animais errantes.
Além de acabar com a política de abate nos canis municipais, este projecto visa dar direitos a animais que não têm dono e promover campanhas de esterilização a preços simbólicos.
É ainda constituída a figura de "animal comunitário". Há,na minha rua, mais 2 ou 3 vizinhos que também alimentam uma pequena comunidade de gatos que vive no jardim de um prédio devoluto (na minha rua há muitos). Estes animais que, não sendo oficialmente de nenhum de nós, "são de todos" passam a ter o direito de ser esterilizados, por um preço simbólico, num centro de recolha oficial.
Foi aprovado por unanimidade, esperemos que as medidas não tardem a fazer efeito e que haja penas severas para quem atenta contra a integridade destes seres.
Deixo-vos com um vídeo de uma campanha da União Zoófila contra o abandono de animais.



Quem quiser ajudar a associação poderá fazê-lo de diversas formas:

1 Inscrever-se como Sócio
2 Regularizar as Quotas e Actualizar de Telemóvel e E-mail
3 Contribuir com Donativos em Géneros ou Monetários
4 Apadrinhar um Animal da UZ
5 Adoptar um dos Animais da UZ
6 Juntar-se aos Voluntários da UZ
7 Ser uma das Famílias de Acolhimento Temporário
8 Ser fã numa rede social
9 Contribuir com Patrocínios e Publicidade




Mais info aqui.

Condessa x

A Place Called Home

Estou de volta a esta casa, Condessinha.



Sinto-me melhor aqui como moradora do que como visitante. Obrigada! ;-)

x-pressiongirl

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

II Festa Leswork - Blind Date Party - 12 Fev Discoteca Frágil

Depois do sucesso da I Festa (Festa do Chapéu), a rede Leswork prepara-se para a II Festa Leswork no dia 12 de Fevereiro, também na discoteca Frágil.



A entrada é gratuita até às 2h, mediante apresentação do cartão profissional de lésbica. Se não tiverem cartão não há problema, pois a organização do evento indicou-me que a Palavra Passe é "Blind Date" (um bocadinho previsível, não, x-pression?).



12 meninas que vão estar nesta festa, certamente, lembram-se delas? ;-)
Se ainda estão na dúvida entre ir a esta Festa ou ir ao concerto da Dina vejam o que vão perder:



Toda a informação aqui.


P.S. - Parece que a cantora Dina vai actuar no Malaposta nessa mesma noite. É bem feita. Da próxima vez convidem-na para a festa.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Manifestoon

Encontrei, via arrastão, este interessante cartoon que conta, em cerca de 8 minutos, o Manifesto Comunista, de Marx e Engels.




Have fun!

Condessa X

domingo, 23 de janeiro de 2011

Levar com a burrice dos outros

Entenda-se por burros, não os que têm o infortúnio de nunca ter sido ensinados a pensar por si mesmos, mas aqueles que tendo acesso à informação não a buscam e não fazem dela o uso racional para provocar mudanças necessárias. Os embrutecidos temem a mudança.
Cavaco é só mais um dos que lucram com a burrice de quem gosta de levar na tromba.
Os votos de protesto, brancos ou nulos, só servem mesmo para expressar protesto, não contribuem para a mudança.



Falhas nos dispositivos electrónicos disponibilizados para o efeito, eleitores que viram ser alterada a sua mesa de voto e não sabiam em que mesa deveriam agora votar, erros nos cadernos eleitorais e dados errados nos eleitores com cartão de cidadão, tudo isto foi um desfile de atrocidades que tão bem contribuiu para aumentar ainda mais a, já elevadada, taxa de abstenção (quase empatando com os votos de Cavaco, cerca de 53%). Os brancos bateram um recorde histórico de 190 mil votos. Pode isto ser um ensaio de lucidez?

Condessa X

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Ele é mais bolos



O homem nunca fala e quando fala é para dizer que não fala. Não fala nem nunca falou sobre temas essenciais, e evita pronunciar-se sobre o que quer que seja porque não se quer comprometer com nada.
Não fala sobre BPN, não fala sobre a petição contra o enriquecimento ilicito (de todos os candidatos presidenciais foi o único que não assinou a petição), não fala e por isso merece estar calado para sempre. Não votem nele e ofereçam-lhe um bolo.



Condessa X