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sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Nova enquete: O sexo tem de ser...


Somos das primeiras gerações de mulheres portuguesas que falam de sexo descomplexadamente (bem, nem todas) e que se autorizam a desfrutar do seu prazer, também, de forma descomplexada, seja com alguém do mesmo sexo ou de sexo diferente.




Sei que muitas vezes a nossa forma de encarar o sexo varia com a idade, com o tipo de pessoas com que nos cruzamos e com o tipo de coisas que procuramos em determinado momento.


É com tristeza que observo em grande parte dos casais que conheço uma certa "morte de cama", em linguagem lésbica "Lesbian Bedroom Death", à medida que a relação se estende no tempo. Desleixo? Saturação? Falta de novidade? Cansaço? Rotina? Incapacidade de renovar a loucura inicial?


Deixarei a reflexão sobre Bedroom Death para um post mais cuidado. O que pretendo avaliar com esta nova enquete é a forma de encarar o sexo e que sensações consideram imprescindíveis na comunicação dos corpos.
Obviamente, esta votação é de escolha múltipla!

Besitos,

x-pressiongirl


P.S. - Gostaram das imagens não gostaram? Os desenhos são de Victoria Chernova. Vale a pena a visita à sua galeria virtual! ;-)

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Resultados da enquete: Já usaste um Femidom?

Não ando muito satisfeita com as votações... nota-se mesmo que Portugal é um país de abstencionistas. Que raio de amostra poderemos ter apenas com 18 votos? Vamos lá, é só uma cruz e não, eu não envio choques eléctricos a quem não votar, mas rezo por vocês... e quando eu rezo as coisas acontecem.
Parte das votantes não sabia da existência destes preservativos e as que sabiam desconheciam onde poderiam adquiri-los. 22% das votantes (ou seja, 4 pessoas, é ridícula esta amostra) não pratica sexo seguro porque considera estar numa relação estável. Supõe-se então que quando a relação ainda não era "estável" os usassem. Ninguém afirmou usá-los regularmente. Percebe-se o porquê.
As opções eram: Já experimentei mas não gostei; Já experimentei mas são difíceis de adquirir; Já experimentei mas são muito caros; Sim, mas agora não uso porque estou numa relação estável; Sim e uso regularmente mesmo estando numa relação estável; Sim e uso sempre em relações sexuais esporádicas; Sim, mas achei inviável; Sim, mas entre raparigas não faz muito sentido; Não porque estou numa relação estável; Não porque não sei onde adquirir; Não porque são muito caros; Não porque não me parece viável; Não porque entre duas raparigas não faz sentido; Uau! Existem preservativos femininos?



Durante um animado serão sobre preservativos femininos um amigo ajudou-me a encontrar o prazo de validade do preservativo feminino. Estava mesmo muito escondido o prazo, mas eu digo-vos onde está: na parte lateral do plástico que envolve o Femidom. Foi muito difícil abrir esse plástico, tivemos de ir buscar uma faca. Por isso tenham cuidado para não assustar a rapariga que estiver convosco na altura de abrir o Femidom.

Onde ir buscar o Femidoms e Oral Dams?
Na Ilga. Consta que têm quilos de Femidoms e Oral Dams gratuitos para todas.

O Femidom protege em que aspecto?

O Femidom é usado como alternativa ao preservativo masculino. Ou seja, é um preservativo interior que protege na penetração.

Posso usá-lo nos meus dildos?
Não, darling, o Femidom é para ser introduzido dentro de si e não no objecto. Se quiser envolver os seus brinquedos creio que será mais prático o preservativo masculino.

Então e para cunnilingus e anilingus?
Já diversas associações sugeriram que se opte por cortar um preservativo masculino ao meio e aplicar um dos quadradinhos na vagina da rapariga em questão. Outra opção é usar película Glad. Há também uma coisa a que se dá o nome de dental dams ou oral dams que podem ser encomendados através da internet.

Onde posso encontrar oral dams/dental dams?
Além da Ilga tê-los para distribuição gratuita, várias sex shops portuguesas disponibilizam-nos online, mas são muito caros. Antidote teve a gentileza de partilhar um site alemão que vende dental dams com sabor a morango ou baunilha por €0,99 cada unidade. Se encomendarem 30 unidades os portes de envio não serão cobrados. Obrigada pela partilha, antidote! Se não souberem alemão não se preocupem que há muitas amigas alemãs a passar férias por cá e que terão todo o gosto em traduzir-vos isso.

E relativamente ao contacto entre genitais?
Esta foi uma questão interessante que surgiu no fórum da rede ex-aequo. De facto, parece-me ser dos aspectos menos abordados apesar de ter a ideia de que será uma fonte de riscos no que toca a doenças infecciosas. De facto não tenho resposta para isto, se alguém tiver que as bikine, por gentileza.


x-pressiongirl

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Femicondom sempre consigo

Uma amiga disse-me que tem sonhado que Femicondoms gigantes a perseguem para todo o lado. Só consegue acordar quando um dos Femicondoms a apanha e começa a sufocá-la.

Vamos desmistificar o Femicondom que ainda por cima vem envolvido num panfleto informativo deveras apelativo, assim numa espécie de carteira de ganga que depois de aberta nos revela as Instruções de uso (ex: usar o dedo indicador para empurrar o anel do Femicondom... porquê o indicador se temos outro mais comprido?) e os Conselhos de Utilização.
Intrigam-me três desses conselhos de utilizaçao:
- Verificar sempre a data da embalagem;
Juro que andei às voltas a tentar encontrar alguma data e não encontro nada. Acho que vou, simplesmente, guardar o Femicondom de recordação.
- O preservativo feminino pode ser inserido até oito horas antes do coito;
Convém ter mais do que um Femidom à mão porque as brincadeirinhas podem durar bem mais de oito horas.
- Não utilizar um preservativo feminino ao mesmo tempo que um masculino.
Obviously, darling. A woman needs a man like a fish needs a bycicle.


Não tenham pesadelos com Femicondoms, está bem? Vá, sonhos femininos.

x-pressiongirl

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Já usaste um preservativo feminino (Femidom)? - Enquete

Voltei a encontrar este fim-de-semana um daqueles rapazes simpáticos que costumam andar pelo Bairro Alto a distribuir preservativos. A Associação (não é a Brigada do Preservativo nem a Abraço... como eu gostaria de me lembrar do nome da Associação) distribui também uns informativos discos de papel sobre o consumo de drogas. Falámos sobre sexo seguro entre lésbicas e ele teve a gentileza de me presentear com dois Femidom prêt-a-utiliser. A palavra Femidom nasce do enlace entre FEMInin conDOM que é, como quem diz, um preservativo interior.
Fiquei a saber que a Ilga também tem um grande stock destes preservativos à nossa espera, mas estranhamente não vejo nada publicado no site deles. O sembikini vai organizar um rally até à Ilga afim de irmos buscar aquilo que têm para nós. Não mais usaremos preservativos standard cortados ao meio (querida, espera um pouco que tenho de procurar a tesoura) nem película Glad, sim dessa mesmo que foi feita originalmente para conservar os alimentos. Nham nham.
Já aqui tinha bikinado as inconclusões sobre sexo (in)seguro entre raparigas. No fórum da rede ex-aequo apercebi-me que as raparigas que afirmavam fazer sexo seguro apenas o faziam com rapazes e que a maioria afirmava nunca ter feito sexo seguro com a namorada porque estava numa relação estável. Será que a relação é estável logo na primeira noite de sexo? E uma relação estável não pode vir a destabilizar-se? Ai, eu sou horrível com estes pensamentos não sou? ;-)
Esta é a nova enquete do sembikini. As hipóteses são reduzidas e pouco abrangentes porque esta porcaria do blogspot não permite grandes devaneios. Quem quiser participar na grande votação deve fazê-lo no tópico colocado no fórum da rede ex-aequo.

x-pressiongirl

sábado, 21 de junho de 2008

Chá das 5 - Algumas (in)conclusões sobre Sexo (in)seguro entre raparigas

A má notícia é que poucas tertuliantes beberam chá. Agora as boas:
As participantes aderiram à coisa e trouxeram material, pouco mas bom porque nós também éramos poucas mas boas.
(imagem gentilmente cedida por sueca)

Contrariamente ao que a Time Out anunciou, em lado NENHUM o sembikini disse ou escreveu isto "(...)Pedem as organizadoras às meninas interessadas que, antes de irem, façam umas visitas às sex shops da cidade, para comprarem material e recolherem conhecimento de causa para a conversa(...)". O sembikini sente-se, naturalmente, lisonjeado por ter-se considerado pertinente o regresso deste evento, mas lamenta que a redacção não estivesse em conformidade com aquilo que era proposto.
O que se sugeria era que trouxessem material que considerassem pertinente partilhar com as demais tertuliantes e que depois do chá visitássemos algumas sex shops naquela área afim de descobrir in loco que tipo de materiais para sexo seguro entre raparigas teriam. Há 3 anos atrás não se vendia. O proprietário da Condomi (infelizmente extinta) chegara a dizer que se fossem comercializados Femidom em Portugal o preço rondaria os €5 (não se enganou na previsão, o valor ronda isso mesmo) e ele não os comercializava porque sabia que não haveria ninguém que os comprasse por esse preço. Hoje, algumas sex shops disponibilizam dental dam e a Ilga chegou a ter alguns (não sei se ainda os terá) que distribuiu gratuitamente. Note-se que a Ilga fica em Lisboa e não chega às lésbicas que vivem noutros pontos do país. As sex shops que os vendem fazem-no, muitas vezes, via internet (para não terem dinheiro empatado na loja) e só os importam, depois de garantida a encomenda.

Material de cama, na mesa:

1. Lubrificante;
2. Manual de sexo lésbico (o exemplo de um livro com demasiados clichés e desenhos de lésbicas que nos fazem perder a vontade de ser lésbicas), o bom livro que eu queria recomendar não aparece na foto porque a menina que disse que mo devolvia antes do chá não tem palavra e não apareceu (se leres isto espero que desmaies de vergonha! ;-P), mas eu informo que o bom livro é o Kamasutra Lésbico, de Alicia Galotti, gentilmente oferecido por duas queridas amigas. É conveniente específicar a autoria do livro porque circulam por aí maus kamasutras lésbicos como aquele que Flávio Furtado escreveu há 2 ou 3 anos (na altura escrevi que me parecia mais dirigido a curiosos do que a lésbicas). Vale a pena ir à secção LGBT da Fnac comparar os livros e aproveitar os conselhos da Condessa sobre flirt que lá, segundo dizem, é um sítio bom para encontros imediatos de 1º e 2º (de)graus;
3. Preservativo feminino (interno) lubrificado;
4. Brochura da Ilga Portugal sobre sexo seguro entre raparigas;
5. Luvas (dentro do saco de plástico, obviamente, por causa dos micróbios);
6. Non c'est non, escrito por Irène Zeilinger (um ensaio sobre as mulheres e a violência).
As duas amigas francesas (uma delas "ilustre" activista LGBT) que apareceram obrigaram-nos a praticar o francês e o inglês, que acaba por ser mais divertido, sobretudo, quando há coisas que nem se consegue explicar bem na nossa própria língua. ;-)
Como éramos apenas 7 a amostra não é significativa, mas apenas uma das tertuliantes afirmou praticar sexo seguro com raparigas (mesmo com a namorada). Material usado nas brincadeiras: luvas (podem ser daquelas que se compram na farmácia e que vêm em grandes quantidades para quem gosta de brincar muito) ou de látex pretas (porque é mais chique), lubrificante, e preservativo ou película (daquela glad para embrulhar alimentos perecíveis) para sexo oral.
O sembikini está a estudar a hipótese de lançar roupa interior segura, para que a pessoa possa fazer sexo seguro sem precisar de se despir de complexos.

E os heterossexuais?
1. Um rapaz paga cerca de €5 por um dental dam, usa película glad, ou corta um preservativo ao meio para fazer sexo oral à rapariga? Pergunto-me, aliás, quantas terão a sorte de ter namorados que gostem de lhes fazer sexo oral.
2. Um rapaz usa uma luva para penetrar a namorada com os dedos?
O sembikini colocou mini-câmeras, daquelas muito discretas que se colocam nas lâmpadas, em algumas casas portuguesas e descobriu que:
1. os rapazes preferem usar quase sempre a pilita;
2. é por isso que cada vez mais raparigas se tornam lésbicas, é que às tantas aquilo enjoa um bocado;
3. os poucos que fazem sexo oral às namoradas fazem tudo au naturel;
4. os que penetram as namoradas com os dedos também o fazem au naturel;
5. relativamente a sexo anal, o assunto merece um tratamento mais cuidado num outro post.

No fórum da ex-aequo descobri muitas meninas mentirosas, 33,33% que afirmam praticar sempre sexo seguro. Não consigo confirmar a percentagem correcta/actual porque eles baniram-me temporariamente do forum por ter escrito "beach", palavra foneticamente muito parecida com "bitch" que era, na realidade, o que eu gostaria de ter escrito. Vá lá que a administração do fórum teve a cortesia de explicar o motivo:
"Estas tuas frases:
«(...)beach (foneticamente é o mais parecido que consigo arranjar sem que corra o risco de voltar a ser adulterado pela censura/moderação)
(...)P.S. - Se me oltarem a ubstituir alavras scritas or im uro ue assarei a screver ssim omo ugeriu Aria Elho da Osta e se e erguntarem orquê espondo omo la: «Ecidi escrever ortado; poupo assim o rabalho a quem me orta.»
demonstram desrespeito pelos outros, quebrando essas mesmas regras, com as consequentes sanções.":


Sanções à parte, o que é que eu penso das lésbicas praticantes de sexo seguro? Que são como a maioria dos católicos: Não praticantes. Sabem porquê? Porque não andam com estes materiais todos atrás e porque confiam que tendo uma relação estável (seja lá o que isso for na cabeça de cada um) estão imunes a infecções e a doenças venéreas.
O primeiro passo para termos acesso a materiais dignos de se usar (e não materiais confeccionados por nós: espera aí querida, vou só ali buscar uma tesoura para cortar este preservativo ao meio) é admitirmos que os materiais que temos não são viáveis nem tecnica nem monetariamente.
Há mesmo meninas que vão mais longe e justificam-se assim:
"Não pratico sexo seguro porque estou numa relação estável". Quanta candura... Então e se eu estiver numa relação estável com uma pessoa que já teve inúmeros parceiros sexuais e que nunca fez rastreios?
A essas meninas gostaria de lhes perguntar:
Entram automaticamente numa relação estável a partir do primeiro dia em que vão para a cama com a pessoa que dizem amar?
E quando ainda só namoravam com ela havia uma semana, faziam sexo seguro? Se sim, a partir de que momento é que deixaram de o fazer e a relação passou a ser estável?
Admitam que nenhuma lésbica neste país faz sexo seguro. Deixem mas é de ser falsas e vão apanhar bikinis!
Ainda há pessoas que acreditam em relações de risco e relações imunes, mas o que há são comportamentos de risco.
Ainda não há data marcada para novos chás, mas penso que os próximos irão decorrer na praia (para onde foram quase todas as que se baldaram ao chá). É mais refrescante, não temos de consumir nada se não quisermos (sugiro que consumam a caipirinha que um boy anda a vender na praia), e além disso podemos estar mais sem bikini (gostaram da piada?).

x-pressiongirl

P.S. - Esqueci-me de atribuir o Tea Award (parece que adivinhava porque tinha levado duas saquetas de chá) às duas meninas que chegaram atrasadas. Reformulo o convite para um chá, trazido do coração de Londres, na minha humilde maison.

domingo, 1 de junho de 2008

Falta de chá?

Sim, temos muita.
Tenho o prazer de informar que o "chá das 5" ressuscita depois de quase 3 anos de coma. Será no Sábado dia 14 de Junho, às 5 da tarde, obviamente.
Apesar de ostentar um título propositadamente pomposo, o "chá das 5" não é mais do que uma amena tertúlia descontraída e informal que tem como finalidade pôr em contacto lesbo-feministas (ou só lésbicas ou só feministas) que gostem de partilhar ideias daquelas que não se partilham bem pela internet. É um encontro tête-a-tête (atenção tête não significa maminhas, vá já a correr para o dicionário francês-português) em que se abordam os mais diversos temas ligados ao universo feminino e lésbico.

(imagem gentilmente cedida por Daniela B, que é apenas feminista ;-P)

O tema deste chá será o sexo (in)seguro entre raparigas (há algures neste blog um post sobre isto, não há?). Tragam coisas giras que gostassem de partilhar com as demais tertuliantes, livros, preservativos femininos, e tudo o que considerem ser material interessante para o debate.
Este chá é uma "praia" reservada exclusivamente a raparigas. Excepcionalmente, consoante os temas propostos para os chás seguintes e a receptividade das participantes, outros chás poderão ser abertos à participação masculina.
De seguida, proponho uma breve visita a alguns espaços de interesse afim de fazermos trabalho de campo sobre o que existe agora (volvidos 3 anos desde o último chá) e o que é comercializado nas casas da especialidade, vulgo sex shops, em termos de sexo seguro (para raparigas).

"Ai, mas que horror, então vocês estão a discriminar os rapazes?"
Já num dos meus primeiros posts "Recorde no gaydargirls - L word e G word" falei disto.
Os rapazes têm a maçonaria, as casas de meninas, o gaydar boys sempre lotado, as saunas e agora até a casa de cruising labyrinto só para eles. Podemos ao menos ficar com o chá?

O ponto de encontro será às 16:45 na saída de metro da Baixa-chiado (a saída em frente à Brasileira). Daí partiremos para o espaço lesbo-feminista, que terei o cuidado de divulgar, somente, mais perto da data. Às meninas que se atreverem a chegar atrasadas será atribuído, simbolicamente, o nosso "Tea Award" em forma de saqueta de chá. E não fiquem contentes se o receberem, pois ficar com o "Tea Award" é sinónimo de falta... de chá.

Condessa X

P.S. - Pedido de informações e eventuais sugestões serão bem recebidas no e-mail sembikini@gmail.com

domingo, 4 de maio de 2008

Sexo (in)seguro entre raparigas

Falei ontem com duas amigas que ainda não tinham tido contacto com esta publicação que a Ilga-portugal divulga (e não é uma publicação recente, dado que a 1ª edição terá saído em 2001).

Ou as amigas andam distraídas ou a campanha não tem conseguido abranger, de forma eficaz, o público alvo.

As Panteras Rosa também fizeram um pequeno guia que disponibilizam online no site deles. Podem consultá-lo aqui.
Gostaria de relembrar que as Panteras queriam distribuir uns kits de sexo seguro entre lésbicas durante um dos eventos Lesboa, contudo, a organização declinou a proposta. Para as que estiverem interesadas nos kits, penso que ainda terão a possibilidade de solicitá-los através do contacto das panteras: panteras.lisboa@gmail.com.

Relativamente à brochura da Ilga, trata-se de um documento interessante que descreve, de forma sintética, algumas DST's, descreve algumas práticas sexuais e os potenciais riscos inerentes a cada uma delas e, por fim, alguns ?factos? e sugestões.
Entre os factos apresentados sugere-se que as lésbicas são mais propensas a fumar, a beber bebidas alcoólicas e a ter disturbios alimentares. Só falta dizer que também são mais propensas a consumir drogas.

Tenho sérias dúvidas sobre a quantidade de lésbicas que afirmam praticar sexo seguro, mas não custa nada ler o panfleto e responder ao questionário da Ilga aqui.
De entre as bêbedas, fumadoras, drogadas e com disturbios alimentares destaco duas das mais famosas potenciais lésbicas.


Condessa X